terça-feira, 26 de outubro de 2010

Capricho

É um sonho realizado escrever para a seção "Incrível História" da Capricho. São quase dois anos de parceria, mais de dez matérias publicadas e muitas histórias incríveis para contar. Além das três garotas que apresento aqui, guardo comigo as histórias publicadas da Bethany Hamilton - uma surfista havaiana que teve o braço comido por um tubarão - e da Janete Friedrich, uma ex-lavradora que virou modelo internacional.

A Incrível História...

...da garota que quase foi morta pelo ex.
...da indígena que entrou na faculdade

E para conhecer a história da garota que trocou o namorado pela amiga, clique nas imagens.



quinta-feira, 22 de outubro de 2009

E o texto...ó!


...ou sobre como o público e o privado se confundem no Twitter.


O Twitter está aí. Não sei se chegou pra ficar, se acabará com os blogs, já pensei e repensei essa questão e cheguei aqui: com o fim dos blogs ou não, a tendência é que os textos fiquem cada vez menores. Primeiro porque o profissional contemporâneo está abarrotado de informações e não tem tempo para ler algo enorme e segundo porque os celulares são incômodos para digitação. Sim, os celulares. A tendência da Internet, na minha opinião, é ficar cada vez mais móvel.

Ontem dando uma passeada virtual por aí, li vários artigos sobre as Redes Sociais e como a relação das pessoas e o mercado tem se adequado às novas tendências de comunicação. Hoje existe uma demanda por profissionais que fiquem responsáveis pela comunicação de uma empresa através de ferramentas como o Twitter e o Facebook. O nome? Analista de Mídias Sociais. Pois é, também acho chique e extremante necessário. Até porque uma empresa contemporânea precisa se atualizar e saber como divulgar suas informações é uma maneira de fazer isso.

Enquanto tudo muda e se transforma nessa velocidade, os jornalistas da Folha de S. Paulo são proibidos de "tuitar". Opa! Mas se o jornalista quiser fazer um comentário sobre sua vida pessoal? Bem, acredito que ele terá de se "disfarçar" de... Superman! Não poderia haver um @clarkkent, mas @superman... Acho que pode!

Ainda sobre jornalistas "públicos" e sua vida privada, no Twitter você pode participar da escolha da gravata de William Bonner. Sim, ele está lá, participando e interagindo. E pede que seus "seguidores" escolham a gravata que ele usará no Jornal Nacional. Duvida? http://twitter.com/realwbonner

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Diga-me o que lês e te direi quem és.

A maioria das pessoas se expressa de acordo com o que lê. Se você é fã de História em Quadrinhos pode adotar uma narrativa entrecortada e descritiva. Quem lê muito Clarice Lispector adora umas frases curtas (eu!) e leitores de romances de aventura tem mania de descrever tudo à sua volta – se a imaginação está boa no dia não ouse perguntar como foi a ida à padaria!
Ah, ainda tem o pessoal acadêmico, na minha área tem uma penca. Quando eles começam a falar (ou discursar) me fazem voltar à época de provas de Teoria da Comunicação. A diferença é que os textos a gente pode reler e grifar, já as conversas... Bem, muitas vezes eu não entendo bulhufas, chego até a me esforçar, mas quando eu vi já estou em outro pensamento, não presto atenção.
Tem a galera da poesia, da Revista Nova, tchurminha da Literatura Espírita e os livros sobre mulheres que amam moda e são viciadas em sapatos. Reconheço o estilo só pelo jeito de falar. E claro: os de nenhuma leitura e a galerinha “só web”, os que acham bonito escrever “axo”.
Uma vez conheci um sujeito que era filho de dois filósofos e também se formou em Filosofia. Obviamente dava pra notar que o cara foi desmamado ao som de Sócrates e companhia. Comece a reparar o que seu colega lê apenas pelo o que fala. É um exercício gostoso pra imaginação.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Cloud Computing: agora!!


Dizem que é o termo do futuro. Especialistas em Tecnologia da Informação, como Nicholas Carr (autor do livro A grande virada: reconectando o mundo, de Edison a Google), acreditam quem entre cinco e dez anos as empresas que não se renderem à chamada "Computação nas Nuvens" ficarão obsoletas. Mas o que diabos quer dizer isso? Bem, pra quem não sabe e explicando de uma forma bem simplista, o Cloud Computing é o uso de softwares e documentos em um espaço que não seja "físico" e que possa ser acessado pela Internet, de qualquer lugar do mundo. E não são apenas os softwares que podem ser acessados remotamente pela "nuvem". Os recursos de hardware - como processamento e armazenamento também (hoje já é comum guardarmos arquivos, e-mails, fotos, vídeos em servidores de terceiros e acessá-los remotamente pela web). E sabe qual a melhor notícia disso tudo? A diminuição de gastos com equipamentos. Além disso qualquer pessoa, em um futuro próximo, munida de um monitor e teclado, poderá acessar o que quiser, de onde precisar.
Hoje em dia a aplicação deste conceito pode facilitar a vida de quem trabalha "pregado" no computador - e é completamente dependente dele. Eu, por exemplo, escrevo este texto com o "word" do Google Docs. Ele é salvo de dez em dez segundos e caso eu derrame um copo d'água no meu teclado ou um vírus insano apague tudo (como aconteceu há pouco tempo) não perderei nada, nadinha do meu trabalho. Posso ir à Lan House mais próxima e acessar todos os meus documentos que estão devidamente guardados neste espaço.
Mais simples ainda e seguindo o mesmo conceito está o e-mail. Se você "guardar" todos os trabalhos que faz na sua caixa de e-mail, além de tê-los acessíveis a qualquer momento, ainda tem a segurança de não depender de sua máquina - ela pode estragar, apagar, morrer, não interessa. Está tudo lá!
Um bom profissional precisa ficar atento em relação a este tipo de tendência para não prejudicar o cliente e os colegas de trabalho. Não dá mais pra chegar e falar: "Olha, perdi o trabalho de meses e meses, porque meu computador simplesmente deu um pau gigantesco!". Ninguém precisa mais passar por agonias assim. Na minha opinião o grande negócio é manter a cabeça nessa nuvem e não deixar que ela vá para as "nuvens" da desinformação. É ou não é?

Um grande abraço!

Isis Olivia
(de volta à labuta!)

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

“Maiores informações”? Não, não pode!

Na comédia romântica “Ligeiramente Grávidos”, a personagem de Katherine Hiegl, Alison Scott, conhece um cara em uma boate e na mesma noite fica grávida. Esse cara chamado Ben Stone (por sinal, muito bem interpretado por Seth Rogen) está eternamente fazendo um site e conta para Alison. Para encontrá-lo e dar as boas novas de sua inesperada gravidez, ela acessa o site e a primeira coisa que percebe é um erro horroroso, em inglês. Ben perde totalmente a sua credibilidade a partir daí.

Guardadas as devidas proporções, palavras mal colocadas podem colocar em risco muitas horas de trabalho. Você abre um site bem feito, contemporâneo, maravilhoso. Daí, lá no pé da página, você lê: “Maiores informações". Bem, as informações não são medidas em tamanho e sim em quantidade. Não existe informação maior ou menor. O certo é “Mais informações” ou “Outras informações”. Uma coisinha boba, não é mesmo? Mas que pode colocar os seus conhecimentos em dúvida.

Outros erros comuns acontecem o tempo todo. Frases iniciadas com o pronome “se” ("Se prepare para conhecer". O certo é “Prepare-se para”); o uso de pronomes possessivos que deixam a frase ambígua ("Fizemos o seu texto". Meu? Mas eu não pedi nada! O certo é “Fizemos esse texto”) e por aí vai.

É nisso que o profissional que atua na área de web writing se especializa (aqui pode, só não pode no começo da frase!). Ele é treinado para não deixar passar esses e outros pequenos detalhes que podem deixar a qualidade do seu site comprometida.

Por falar nisso, 2009 está aí e com ele as novas regras ortográficas passam a valer. Quer ficar por dentro e não cometer mancadas? Clique aqui.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

F de "Fast" e a letra pequenina da Nuts.


“Porque as pessoas lêem diferente (na web) você precisa escrever diferente”. Essa frase é o final do artigo escrito por Jacob Nielsen que trata da leitura na Internet. Nielsen fala de um formato em “F” (como mostra a imagem) de movimento ocular - a parte avermelhada é a que as pessoas olham primeiro; a amarela foi pouco lida; a azul recebeu “uma passada de olhos” e a acinzentada nenhuma.
Este estudo foi feito com 232 usuários que visitaram milhares de sites e mostra que o internauta médio movimenta os olhos por uma página de web muito mais rápido do que quando lê um livro, por exemplo.
Portanto, o web designer precisa se ligar! Colocar o que mais interessa nos lugares de maior visibilidade e usar palavras e frases de impacto para “fisgar” o olhar do visitante. Sem contar que textos muito longos são completamente desnecessários, vamos combinar!

Outro exemplo interessante para captar a atenção do leitor é o site da empresa mineira Nuts – Design de Idéias. Em um primeiro olhar a impressão é que o site está com a letra pequena demais... Mas é um truque – e que funciona! Como a sensação de incômodo é forte e a empresa é responsável pela criação de sites excelentes (um exemplo é o da banda Pato Fu) o leitor se sente intrigado a observar mais. E acaba por perceber que a idéia é pra lá de original!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

ENTREVISTA COM CYNTHIA HOWLETT

Essa entrevista foi publicada na seção da Revista Espelho Meu chamada "Entrevista do Mês". Veja a versão original aqui

UM PAPO COM CYNTHIA HOWLETT

Por Isis Olivia


Ela é autora do livro “Gravidez Saudável” (Editora Reptil) e não foi à toa: Cynthia Howlett permaneceu com um corpaço durante a espera da filha, Manuela (hoje com um aninho), fruto de seu casamento com o ator Eduardo Moscovis. Formada em Direito e Jornalismo, Cynthia também apresenta, com Patrycia Travassos, o programa Alternativa Saúde do canal GNT.
O que essa carioca de 31 anos tem em comum com a Espelho Meu? Bem, o marido dela tem duas filhas de um casamento anterior. “Quando eu o conheci o Du sabia que ele estava recém separado e tinha duas filhas. Além de tudo isso, ele também era ator. Achei a maior roubada!”, conta e completa: “Mas no coração ninguém manda e eu me apaixonei”.
Ao contrário de muitas histórias, a família de Cynthia sempre deu força para o relacionamento, sem se importar com o fato dele já ser pai. No início, com uns seis meses de namoro, ela foi apresentada às futuras enteadas como “uma amiga” - na época elas tinham dois e quatro anos. “Um dia resolvi conversar com elas e dizer que gostava do papai e queria namorar com ele. Gabriela e Sofia me ajudaram a escrever uma carta pedindo o papai em namoro. Foi lindo!”. Ai, ai...
Por falar nas enteadas o relacionamento delas com a Manu não pode ser melhor. As duas se desdobram em carinhos e mimos, são apaixonadas pela irmã caçula. “Elas já tinham dito que queriam uma irmã, quando sentamos para dar a notícia, adivinharam rapidamente. A relação delas com a irmã é a coisa mais linda do mundo, são super cuidadosas e carinhosas”, afirma.
Um marido lindo e talentoso, uma carreira de sucesso, uma filhota fofa e duas enteadas deliciosas. E a ex-mulher do Du Moscovis, a produtora Roberta Richard? “Não tenho muita intimidade com ela, mas o relacionamento é ótimo. Ela é bem resolvida em relação à separação e isso ajuda muito”, diz. Um ótimo exemplo de uma boa convivência entre todos os envolvidos nessa família tão contemporânea - e que os anjos continuem dizendo “amém”!